terça-feira, janeiro 13

Ditos VerpetinoS


Não queria sair sem antes me convencer: o que existe em mim também existe em você. Que a mágica de amar é faze - lo sem medo, é saber que mesmo em segredo os Deuses se envaidecem por entrelaçarem nossos caminhos. Falar, que menos faço, dos laços não previstos, dos laços desfeitos, amassados, que jeito? Se aos poucos alguma coisa tem que mudar?

E se eu nunca mais rimar ? Se eu matar os versos com rimas pontiagudas, escuras, possuídas de meu pesar? Ainda restariam sorrisos, palavras nos olhos, grito nas mãos, coração feito pássaro desenhando em nuvens a certeza de te amar.


Um momento de cada vez: prudência, insensatez. Sonho ou lucidez. Me confundo pra dizer, que o que sinto sem dizer trezentos nomes tem. Escrevo porque celebro o amor em todas as manifestações. Dos medos, desejos, sonhos, segredos, tudo que pode gerar. Dos percalços e vitórias, tantas delas eu quero comemorar! Com vinho dos teus lábios, desfrutando o calor do abraço e com minha melhor essência a te perfumar.


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